skip to main |
skip to sidebar
Nothing at all.
Política.
Religião?
Futebol...
Sem dinheiro a gente constrói castelos, ou chapas subversivas. Ou chapas subversivas.
Sem aquela de "não quero ganhar, o importante é competir", não sou hipócrita. Pelo contrário, sou rasgada e sincera, até beirar a arrogância. E já que será a minha cara (também) a ser estapeada, eu escolho. Eu escolho.
Malditos princípios, antes tivesse nascido sem.
"I love you, baby!
And if it's quite, all right.
I need you, baby, to warm my lonely night.
I love you, baby, trust in me when I say.
Oh! Pretty baby, don't bring me down, I pray.
Oh! Pretty baby, now that I found you, stay.
And let me love you, baby."
Me deu uma vontade de gritar essa música por aí, na janela, no meio da rua, aqui, em outro estado, só pra mim ou pra todos ouvirem. Farei isso quando minha voz voltar.
Embora não seja necessário, sei disso.
Embora eu precise e disso sei eu.
Afinal de contas, eu posso até dominar o mundo, mas ele é nada quando não temos com quem dividir cada pequena coisa. [/momento clichê. mas eu me dou à liberdade.]
E eu sou tão ruim pra dividir algumas coisas... Tô tentando também.
"But if you feel like I feel, please let me know that it's real."
[Muse: Can't take my eyes off you.]
Primeiro a gente decide escolher... Daí pra frente fica difícil fazer outra coisa...
ResponderExcluirTá fazendo greve de posts sua chata?
ResponderExcluir