e começa devagar...
primeiro vai-se o tempo. conversas, e-mails, noites e dias.
depois vão embora as medidas (malditas!), as convicções, as regras, a distância segura.
...
até se perder a razão. e resta só a emoção pra cuidar e controlar as coisas - em vão.
em questão de tempo - segundos, dias, meses -, a estabilidade dos sentidos também vai. de 0 a 100km/s é só pra quem não tem o coração pesado e consegue segurar o tranco... * a sanidade é perdida nessa cena. *
então se perde a cabeça.
.
.
.
e o medo também fica pra trás.
e o que fica?
e o que fica...
. só a esperança de um bom final. e um resto de energia pra poder levantar se a gravidade permanecer, diferente de todo o resto.
o desfecho do drama fica com o acaso, ou destino - a quem acredita.
e quem pode ser culpado por acreditar? no final, que dê errado, se tiver que dar! até dar murros em ponta de faca dão certo prazer...
(Ouvindo: Cazuza e Bebel Gilberto - eu preciso dizer que amo)
será que realmente preciso?
Do deleite IV
Há um mês
Nunca precisamos, mas mesmo assim, vamos. Vamos...
ResponderExcluirA parte dos murros em faca combinam com minhas histórias...
ResponderExcluir(:
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirValeu mesmo ana.
ResponderExcluirapesar do medo, de verdades re-inventadas, etc. etc.
ainda iremos, por muitas vezes, folhear páginas velhas do mesmo livro.