e começa devagar...
primeiro vai-se o tempo. conversas, e-mails, noites e dias.
depois vão embora as medidas (malditas!), as convicções, as regras, a distância segura.
...
até se perder a razão. e resta só a emoção pra cuidar e controlar as coisas - em vão.
em questão de tempo - segundos, dias, meses -, a estabilidade dos sentidos também vai. de 0 a 100km/s é só pra quem não tem o coração pesado e consegue segurar o tranco... * a sanidade é perdida nessa cena. *
então se perde a cabeça.
.
.
.
e o medo também fica pra trás.
e o que fica?
e o que fica...
. só a esperança de um bom final. e um resto de energia pra poder levantar se a gravidade permanecer, diferente de todo o resto.
o desfecho do drama fica com o acaso, ou destino - a quem acredita.
e quem pode ser culpado por acreditar? no final, que dê errado, se tiver que dar! até dar murros em ponta de faca dão certo prazer...
(Ouvindo: Cazuza e Bebel Gilberto - eu preciso dizer que amo)
será que realmente preciso?
Ser vi
Há 3 meses
Nunca precisamos, mas mesmo assim, vamos. Vamos...
ResponderExcluirA parte dos murros em faca combinam com minhas histórias...
ResponderExcluir(:
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirValeu mesmo ana.
ResponderExcluirapesar do medo, de verdades re-inventadas, etc. etc.
ainda iremos, por muitas vezes, folhear páginas velhas do mesmo livro.