segunda-feira, 29 de junho de 2009

Novo endereço:

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Pronto! 7 vezes que é pra dar sorte!

A mesma coisa, em outro domínio.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Desenho de giz.

Uhum, depois de um tempo sem passar por aqui, voltei!
(A filha rebelde retorna. Isso é bíblico, pra quem não conhece.)

Tá, eu não tenho o que dizer, normalíssimo. Mas digo! Por sina, destino, karma, falta do que fazer, os diabos!
Quando não se tem aventuras ou coisa melhor, ainda existem as palavras. Palavras, palavras, bens materiais e eu quero ser enterrada com elas - não, não entrarei na morbidez. Acho incrível o poder que elas tem, exercem, exigem, destinam. Sorte ou azar, num país com um índice de analfabetismo beirando a utopia, nunca saberei se é melhor ter visão ou acompanhar a multidão.
Isso me lembrou o "Ensaio sobre a cegueira", não tinha pensado ainda na mensagem que esse livro/filme passa. Tá aí, mais um ótimo projeto de análise humana, algo antropológico e bem requintado. - Mas continua perdendo para Maquiavel e sua tese sobre o caráter humano em "O Príncipe", aquilo é um delito, uma paixão! A única pessoa que, ao afirmar algo, eu não posso pensar em negar. Depois vamos para Hobbes, Rousseau... Ok, quem leu as máximas dos três vai me chamar de pessimista, péssima e muito bitolada. Não espero o pior da índole humana, só espero o mais selvagem, zoomorfização. Muito bem escrito em "O Cortiço" de Aluísio de Azevedo. "O homem é em suas situações.", perdoem-me, mas esqueci quem disse isso.

Tá, parei com a minha teoria de "o problema é o homem, que estraga seus iguais, toda a sociedade e seu habitat", não tenho instinto tão aguçado para tal.
O que eu queria dizer é: os seres humanos passam por cima de todos pelo que querem (seja isso o que for). E isso não é somente antropológico, é política! Tudo é política, somos seres políticos - unfortunately - e alguns se tornam ainda mais engajados e militantes. Nada contra, mas ninguém me fará lutar por algo que eu não conheça ou aceite. Não dou a cara à tapa por diversão, prefiro beber.




"Bastaria um aceno, um cumprimento
e eu estaria por tantos outonos operando milagres.
E são outonos que se alternam,
frios e quentes e trazem na bagagem
algumas folhas que não resistiram, foram ao chão.
Um aceno, um cumprimento
e cá estou eu,
contando flores, pintando o sete.
Querendo logo o inverno e pulando estações.
A graça de fiar o tempo fazendo qualquer coisa,
o mundo não me devora.
O frio e o vento não me desgastam.
Espero, ainda hoje, com os mesmos olhos de ontem,
mesmo sorriso de antes,
mesma aflição de outrora.
A mesma pessoa, no mesmo lugar - e isso parece nostálgico,
soa meio cotidiano, mas não -,
com a paciência que os poucos e fugazes anos me deram,
a calma de quem sabe o porquê da espera,
o sorriso, porque vale a pena.
...
Uma certa caneta impertinente,
só curiosidade e ela não faz mal.
"Over the rainbow", ou nessa pressa de mundo,
frenético e exigente demais para mim.
Ainda mandarei um postal,
o Rio pode não ser assim tão lindo e sou nada convincente,
não peço ou exijo - bela insegurança.
Às vezes, demonstro.

Eu te espero hoje ou na semana que virá.
Primavera, verão, outono...
E eu te espero com café."



- Ouvindo: Radiohead - Let Down.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Nothing at all.



Política.
Religião?
Futebol...


Sem dinheiro a gente constrói castelos, ou chapas subversivas. Ou chapas subversivas.
Sem aquela de "não quero ganhar, o importante é competir", não sou hipócrita. Pelo contrário, sou rasgada e sincera, até beirar a arrogância. E já que será a minha cara (também) a ser estapeada, eu escolho. Eu escolho.


Malditos princípios, antes tivesse nascido sem.




"I love you, baby!
And if it's quite, all right.
I need you, baby, to warm my lonely night.
I love you, baby, trust in me when I say.
Oh! Pretty baby, don't bring me down, I pray.
Oh! Pretty baby, now that I found you, stay.
And let me love you, baby."

Me deu uma vontade de gritar essa música por aí, na janela, no meio da rua, aqui, em outro estado, só pra mim ou pra todos ouvirem. Farei isso quando minha voz voltar.
Embora não seja necessário, sei disso.
Embora eu precise e disso sei eu.


Afinal de contas, eu posso até dominar o mundo, mas ele é nada quando não temos com quem dividir cada pequena coisa. [/momento clichê. mas eu me dou à liberdade.]

E eu sou tão ruim pra dividir algumas coisas... Tô tentando também.


"But if you feel like I feel, please let me know that it's real."



[Muse: Can't take my eyes off you.]